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A Morte!

por Círculo do Graal, em 25.09.10

Dissertação para leitura no próximo domingo (9.00 h - 10.00 h).

 

João, 5-24

“Na verdade, na verdade vos digo que, quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”

Jesus

 

Algo em que todas as pessoas crêem sem excepção, é a morte! Cada uma está convencida da sua chegada. Este é um dos poucos factos sobre o qual não reina qualquer controvérsia nem ignorância. Muito embora todos os seres humanos já contem com isso desde a infância, a maioria sempre procura afastar tal pensamento. Muitos até se enfurecem se uma vez disso se fala em sua presença. Outros, por sua vez, evitam cuidadosamente visitar cemitérios, desviam-se de enterros e procuram o mais depressa possível desfazer qualquer impressão se porventura, uma vez, encontrem um féretro na rua. Aí, um pavor secreto de que um dia possam ser surpreendidos pela morte repentinamente, sempre os oprime. Medo difuso os retém em se abeirarem com pensamentos sérios a esse facto inevitável.

 

Certamente não existe nenhum outro acontecimento que apesar de sua inevitabilidade seja sempre de novo posto tanto de lado nos pensamentos, como a morte. Mas também certamente nenhum acontecimento há tão importante na vida terrena a não ser o do nascimento. Contudo é bem estranhável que o ser humano queira se ocupar tampouco exactamente com o começo e o fim de sua existência terrena, ao passo que a todos os outros acontecimentos, mesmo os de importância totalmente secundária, queira emprestar significação profunda. Investiga e perscruta sobre todos os episódios intercalados mais do que aquilo que lhe possa dar esclarecimentos de tudo: o começo e o fim de sua peregrinação terrena. Morte e nascimento se acham assim tão estreitamente ligados porque um é consequência do outro. (…)

 

O próprio processo da morte nada mais é do que o nascimento para o mundo da matéria fina. Semelhantemente ao processo do nascimento para o mundo da matéria grosseira. Durante algum tempo depois do desenlace, o corpo de matéria fina permanece ligado ao corpo de matéria grosseira como por um cordão umbilical e que é tanto mais frouxo quanto mais elevado, o assim nascido para o mundo de matéria fina, já tiver desenvolvido sua alma durante a existência terrena em direcção ao mundo de matéria fina. Quanto mais, por sua vontade, ele se acorrentou à Terra, portanto à matéria grosseira e, assim nada quis saber da continuação da vida no mundo da matéria fina, tanto mais firme, por conseguinte, devido à sua própria vontade, será agora esse cordão que o liga ao corpo de matéria grosseira e com isso também ao seu corpo de matéria fina do qual ele necessita como vestuário no mundo da matéria fina.

 

Mas quanto mais espesso, for o seu corpo de matéria fina, mais pesado será ele por conseguinte, segundo as leis vigentes, e terá que parecer tanto mais escuro também. Em virtude dessa grande semelhança e achegado parentesco com tudo o que é da matéria grosseira, muito difícil ser-lhe-á também se separar do corpo de matéria grosseira, acontecendo, pois, que tal pessoa terá também que sentir ainda as ultimas dores corpóreas da matéria grosseira, bem como toda a desintegração durante a decomposição, tampouco fica insensível durante a cremação. Por fim depois da separação desse cordão de ligação desce ao mundo de matéria fina até lá onde o seu ambiente tiver idêntica densidade e peso. Ali encontra então, na mesma gravidade, de igual modo, somente os de índole idêntica. É explicável que ali se esteja passando pior do que no corpo de matéria grosseira na Terra porque no mundo de matéria fina todos os sentimentos intuitivos são vividos de modo total e sem entraves. Diferente é com os seres humanos que já em sua vida terrena haviam iniciado a ascensão para tudo quanto é mais nobre. A separação também é muito mais fácil, porque esses trazem vivamente em si a convicção do passo para o mundo da matéria fina. (…)

 

Abdruschin

 

Excerto da dissertação, A Morte, da obra “Mensagem do Graal” Na Luz da Verdade, volume II.

A obra pode ser consultada (download) ou adquirida em: www.graal.org.br

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